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domingo, 10 de maio de 2020

E-book - MAROLA, VELEIRO e VENTO.

Eis MAROLA, VELEIRO E VENTO!

Um livrinho virtual, uma casinha para os poemas meus.
Um brinde ao leitor que enfeita minha vida, acalenta o meu coração,
deixando- me tão feliz! E agora, mãos à obra! Vamos velejar, sentir
o vento e ver as marolas do meu mar! E se o vento te tocar, pode
comentar. Eu vou gostar. Afinal é para vocês que canto!

Beijos da Genaura Tormin

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quinta-feira, 6 de março de 2014

O POETA


O POETA
(Genaura Tormin)

O poeta
É um trabalhador de versos!
Livre para voar alto, solto, longe, 
Ele encanta e se encanta. 
No galope das metáforas, 
Cria fantasias, ouriça sentimentos, 
pega carona no vento 
E conquista o infinito.

O poeta chora, 
Sorri, acalenta e consola. 
É um artesão do amor! 
Dá asas às esperanças, 
Riso às tristezas, 
Perseguindo caminhos vários
Para cantar chorando
E sofrer sorrindo.

É um manancial de emoções, 
Um caudal, 
Que faz florescer as margens
E seguir cantando para o mar da vida.
O poeta é protetor, 
Amigo, desprendido e benfazejo. 

É metacoração. 
Meio anjo, meio canção.
Escorado na certeza de seus versos,
Veste os dias de esperança 
Na cantiga das mudanças, 
Das promessas, 
Do sorriso fácil
E do amor compartilhado.

Os olhos encantam, 
As palavras confirmam 
E a escrita é a missiva direta ao leitor
Que dela necessita.
Há quem diga que “ler poesia, 
Significa azeitar a alma!”

quarta-feira, 5 de março de 2014

COMPARAÇÃO




COMPARAÇÃO
(Genaura Tormin)

Eu sempre me comparei com os bichos. 
O camaleão é o meu preferido
Porque muda de cores.
Eu sou versátil, colorida, assanhada. 
É a minha marca registrada. 
Batom vermelho,
Sorriso largo, 
Otimismo e alegria à flor da pele. 

Hoje, 
Pensei que me pareço com a abelha! 
Uma abelhinha abelhuda, 
Cantora, espalhafatosa,
E um tanto enxerida! 
Pois é, pensei isso! 
Perfeita comparação. 
A abelha labora no fabrico de mel.
Para o deleite dos outros. 

E o faz cantarolando. 
É bonito ouvir o zumbido da abelha. 
É como uma declaração de amor, 
Uma balada do vento, 
O refrulho de um riacho, 
O canto de um galo triste,
O badalar dolente de um sino… 

Eu engendro versos! 
Penso  neles de noite e de dia! 
Esbaforidos, eles pedem passagem 
E eu corro a poetar. 
Preciso dar liberdade ao  prisioneiro. 
E para quê? 
Para agradar o leitor, 
Para emocionar, para curar,
Para falar de amor!

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

NATUREZA FLORIDA




NATUREZA FLORIDA
(Genaura Tormin)

Eu canto a liberdade,
Aqui dentro de mim.
Versejo a emoção,
Que me faz alegre assim.

Solfejo uma canção,
E vou seguindo por aí.
Admiro o céu, as flores ,
A vida em movimento,
Nessa terra abençoada
Que eu chamo de jardim.

Sinto-me agraciada
Nesse Paraíso de Deus,
Cavalgando as minhas asas,
Que correm mais do que eu.

Alcanço o céu azulado,
Corro por prados e matas.
Cavalgo no dorso dos pássaros,
Refresco-me nas cascatas.
Tomo água das nascentes,
Admirando o Criador,
Que fez tudo isso pra gente.

Sinto o cheiro das manhãs,
O refrulhar dos riachos,
O canto do rouxinol.
O cheiro de terra molhada,
Adubando a vida.
É uma sinfonia de paz,
Nesta terra tão querida.

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

UMA PALAVRA DE BOAS VINDAS AOS NOVOS SERVIDORES - TRT-GO




UMA PALAVRA DE BOAS VINDAS AOS NOVOS SERVIDORES
(Genaura Tormin) 

É com prazer que recebemos os novos colegas!
A Casa é nossa. 
Sintam-se à vontade!

Parabenizamo-lhes pelo sucesso na aprovação de tão acirrado concurso.
Realmente vocês foram os mais bem preparados e, com certeza, demonstrarão toda essa garra e competência no exercício dos afazeres judiciais.

O trabalho é o meio para nos realizarmos economicamente, socialmente e psicologicamente. Significa a dignidade da pessoa.
Por isso consta como um dos fundamentos da República Federativa do Brasil.

Agora, como serventuários desta Justiça, devemos emprestar-lhe, além do nosso trabalho, a cordialidade, a lhaneza de trato, a presteza, a determinação, inovando sempre, para que a prestação jurisdicional seja mais rápida e a sua seriedade continue pautando o convívio social, resguardando-lhe a liberdade, a igualdade e a harmonia na preservação e garantia de direitos.

Para bem desempenharmos essas atividades, precisamos ter a consciência do nosso papel, das responsabilidades e gostarmos do que estivermos a fazer, lembrando-nos sempre de que outras pessoas esperam pela nossa interação de trabalho no final de um processo. Por isso, amem de todo o coração a causa que escolheram e persigam fazer sempre o melhor!

Trabalho é a palavra-chave e o tempo bendirá o fruto desse esforço.
Realmente, fomos criados para escrever a história, marcar o tempo e melhorar o porvir.
O nosso Tribunal é como se fosse uma grande máquina em que até as minúsculas peças são únicas e imprescindíveis para o bom desempenho de todo o aparato legal.

Essa é a tutela jurisdicional que o Estado tem o dever de prestar ao seu povo.
E como servidores desta Corte, temos a obrigação e a satisfação de impulsioná-la para frente e para o alto. Muitos de vocês serão lotados na Varas do Trabalho, razão desta justiça e verdadeira escola para a ascensão a superiores cargos.

Antes de trabalhadores, somos seres humanos com emoções, sensibilidades e fraquezas.
E aqui, procura-se lembrar disso.

A valorização do servidor, como pessoa, ganha destaque.
O coleguismo e o respeito pautam o nosso convívio, aumentando-nos a autoestima e a qualidade do servir.

A preocupação com a saúde física e psicológica dos servidores, por meio de um corpo especializado, composto pelos Setores de Assistência Médica, Odontológica e Psicológica, ajuda a fazer do TRT-GO uma grande família, agora aumentada e qualificada com novos e competentes membros.

Sejam muito bem-vindos!

Genaura Tormin
 Analista Judiciário – SCAD - TRT-GO


DISCURSO SOBRE O TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO GOIANO





TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 18a. REGIÃO
(Genaura Tormin)


Senhora Juíza-Presidente deste Tribunal Regional do Trabalho,
Senhor Deputado Federal Pedro Wilson,
Ilustres autoridades, aqui presentes,
Meus colegas serventuários da Casa,
Senhores e senhoras:

          Somos uma Nação organizada, tutelada! Todo poder emana do povo e em  seu nome será exercido, diz a nossa Lei Maior.

          Como princípios fundamentais encontram-se a cidadania, a dignidade da pessoa, os valores sociais do trabalho, entre outros.

          E o trabalho remonta aos tempos do homo sapiens, das cavernas, por estar ligado à sobrevivência. Com o passar dos séculos e com a evolução dos povos, naturalmente, necessário se fez a normatização das condutas, consuetudinária ou não, para garantir direitos às relações entre os indivíduos.

          E no século que ora se finda, mais precisamente, nos idos de 1934 a 1937,  no nosso torrão brasileiro, sob o domínio de um Presidente altruísta e determinado, o gaúcho Getúlio Vargas, homem de grande visão política das condições existenciais daquela época, nascia as Comissões Mistas de  Conciliação e Julgamento, embrião  que veio a se transformar na JUSTIÇA DO TRABALHO, braço do Poder Judiciário, vislumbrada na Constituição do Brasil, ainda getulina, de 1946, ano de minha estréia como ser vivente em terras nordestinas deste meu querido Brasil! Conotativamente, o meu desvelo pelo trabalho, pela satisfação de poder emprestar  minha participação, embora, agora,  numa cadeira de rodas.

          A Constituição de 1988, considerada a Constituição-Cidadã, que legou aos  brasileiros as mais amplas garantias individuais e sociais da história, não  pode ser modificada. E nela encontra-se a Justiça do Trabalho a partir dos artigos  111 até o 117.

          Mas agora, senhores, por meio da CPI do Judiciário (diga-se de passagem, considerada inconstitucional) e com fulcros em duas denúncias de irregularidades, já sub judice, dos TRTs de São Paulo e da Paraíba, querem destruir a Justiça do Trabalho. Os inocentes não podem pagar pelos pecadores. Alguns joios não podem macular a integridade de toda uma colheita que está sendo pródiga, próspera e benfazeja!

          Conhecedora da sua eficácia, por integrar-lhe os quadros há alguns anos e por me preocupar com o lado sociológico do nosso povo, posso afirmar sem medo de errar, que se trata da justiça mais acessível, mais célere e a mais democrática deste  país! Com certeza, tal intento  não chegará ao fim colimado! Não é possível  que o povo, de quem emana o poder, permita tal retrocesso!

           Reformar, sim! E dentro dos liames institucionais e processuais, para que melhor se ajuste aos referenciais de cidadania conquistados na Carta Magna. E depois, é bem verdade que o Brasil cresceu em tecnologia, principalmente na informática, industrialização, e agora com a globalização, aumentando as relações sociais e também as demandas que sobrecarregam o Judiciário.

          É preciso que continuemos a angariar divisas, e a Justiça do Trabalho é uma conquista.
          Especializada, como a de vários outros países do mundo, como a da Alemanha que se parece muito com a nossa, a da Inglaterra, a da Suécia, a da França, a da Bélgica e outras mais, tem que ser preservada, e por que não  aumentada a sua competência?

          Dados estatísticos apontam dois milhões de ações recebidas e decididas  por ano pela Justiça do Trabalho. É morosa, esta Justiça, senhores? Muito pelo contrário, é ágil, descomplicada, barata e voltada para o social, uma vez que o salário, as verbas rescisórias, objeto das litigâncias, têm, em regra,  natureza alimentar. É um direito diferenciado, especial. Por essa razão, a especialização da Justiça do Trabalho.  Por assim entenderem os constituintes, o contrato de trabalho foi o único contrato regulamentado pela Constituição Federal.    
     
          É preciso que fiquemos atentos, pois o retrocesso marginalizaria o país em detrimento de sua classe  produtora, principalmente daqueles que com o suor do rosto e com as mãos laboriosas sustentam a nossa economia, como a décima do planeta.

          Confiando no poder de luta, no poder de persuasão do povo brasileiro e dos parlamentares que os representam, finalizo conclamando: Que a Justiça do Trabalho continue viva, para o bem da Nação, do capital e do trabalhador!

Obrigada!

     (Proferido por Genaura Tormin  no auditório do Tribunal Pleno em 1999)


terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

LIANA QUERIDA




LIANA QUERIDA – 24.01.2014
Genaura Tormin)

Volto no tempo,
E passeia-me pela mente
A menina/moça,
Destemida,
Aplicada, bonita,
A primeira da classe.

Hoje, uma linda mulher,
De cabelos longos,
Feito os de Iracema,
Olhar altaneiro,
Sorriso faceiro...

Boa filha, boa amiga,
Sempre soubeste ser.
Um ombro disponível,
E carinho para oferecer.

Sempre significaste luz,
Tramontana, estrela-guia,
A alumbrar caminhos.

Minha querida nora,
O teu exemplo
É transformador de vidas,
Farol na escuridão,
Alento nas agonias.

Trago-te flores,
Uma mensagem de amor,
Em cartões de várias cores,
Pois hoje é o teu aniversário!

Nós te amamos muito!
Parabéns!

Genaura e Alfredo Tormin