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quinta-feira, 23 de abril de 2009

EVIDÊNCIA


EVIDÊNCIA
(Genaura Tormin)

No silêncio
Os lamentos tardios
E as escusas do que se foi.
O cérebro confunde
Os desejos esquecidos.

O tempo está parado,
O vento não encanta,
Como outrora,
Porque as flores
Já não exalam perfumes.

Não há espera...
Ela não é necessária.
Os dias são normais.
O querer se foi
Com o entardecer,
Numa revoada de pássaros.

Mesmo assim,
Eu sinto frio.
Tudo está tão só,
O coração vazio.
No silêncio,
As respostas de perguntas
Feitas ao nada.

4 comentários:

  1. Cancioneira da saudade
    Nossa companheira sempre
    Águas do ontem
    Retornando à nascente
    Rios da memória
    E do coração!!!

    Ler-te...
    É pousar os olhos
    No horizonte da alma
    Ascender à emoção,
    Linda e Amada Gê!!!

    Beijo todo carinho no
    teu terno coração, Amiga!!!
    Iza

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  2. GenaurAmadAmiga...

    eu, constatando que a maior "evidência" ainda é a beleza constante e indiscutível da tua poesia!
    Belíssima, querida. Sempre meu amor-amigo e bjs.

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  3. Genaura
    Como é bom chegar a esse cantinho romântico ouvir essa música e deleitar com os contos, estórias e versos montados com um sentimento aflorado com as flores do campo.
    Um carinhoso abraço
    mochiaro

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  4. Genaura
    Como é bom chegar a esse cantinho e ouvir a música, ler estórias e contos e deleitar com a poesias afloradas com as flores do campo.
    Um abraço e u beijo carinhoso
    mochiaro

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