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sexta-feira, 19 de junho de 2009

MEUS LÁBIOS AINDA FREMEM


MEUS LÁBIOS AINDA FREMEM
(Genaura Tormin)

Esculpidos em mim
Estão a tua saudade,
O sorriso,
O gosto daquela felicidade...

Hoje,
Um desalento constante,
Trazido pelo tempo,
Nas horas tristes,
Do vagar do vento...

Tudo,
Relembra o último olhar,
A ternura do abraço,
O coração a transbordar,
Marco dolorido
De um amor pra recordar.

Meus lábios ainda fremem
À procura dos teus.
E a solidão se faz
No silêncio de palavras inaudíveis,
Guardadas aqui.

Ainda ouço os teus passos,
Na fantasia que faço,
Para sentir-me, ainda
Em teus braços.

Um comentário:

  1. Amiga, que lindo!
    Suas mãos são ancoradouros de veleiros de letras e canções, eternizadas pelo amor que conjugas quando escreves tantas coisas belas.
    Debruço-me frente a você em uma humilde reverência pela grandiosidade de seus escritos. São belos, pois nascem desse berço de ouro de sua inteligência, cuja moldura foi-lhe dada pelo Criador.
    Grande beijo em seu coração.
    Maria Paraguassu.

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