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quinta-feira, 25 de agosto de 2011

POEMA RECLUSO



POEMA RECLUSO

(Genaura Tormin)



No horizonte,

Moribundo se curva o sol poente.

Um dia a mais passou sem que eu te visse.

O poema recolheu-se medroso

Ao frio de minha tristeza.

Tudo extremamente só!



Os momentos se arrastam

E a nossa música agoniza,

Chegando a ferir os meus ouvidos.

Há um marasmo no ar.

Um gosto fúnebre,

Uma carência dolorida.

Tudo tão eterno, feito a saudade tua.



Não há aroma de flores,

Nem cantar de pássaros...

O vento está parado,

Nem sibila a ramagem lá fora.

Apenas a companhia de fantasmas.



Parece o fim!

Faz frio na alma,

E congelado está o amor

Nos compartimentos de mim.

Um comentário:

  1. Genaura, muito bacana este poema! Aproveito para convidar você e toodos que te seguem e participam deste blog para participarem do www.blogdomarcoscarvalho.com.br
    Genaura escreva para o nosso blog o espaço está franqueado! Participo do seu blog e será uma honra ter você aqui conosco. Marcos Carvalho

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