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domingo, 25 de março de 2012

MÃE


MÃE
(Genaura Tormin)


Palavra querida, grafada na palma da mão,
A quem Deus confiou a maternidade,
Por ser símbolo da bondade,
Do desvelo, da ternura e da compaixão.

Mãe, Um dia partiste para não mais voltar!
Eu fiquei só, sem acalanto, sem amor...
Muitas vezes, chorei a minha dor,
Relembrando a tua cantiga de ninar.

Mesmo assim, estás a me  guiar.
Na minha saudade, és a alegria,
A prece que me faz continuar.

Fiquei contando luas para te encontrar.
E na minha fantasia,
Vivo sempre contigo a sonhar.

Um comentário:

  1. Querida amiga,
    Chegará o dia em que não haverá mais sonhos e, sim, a doce realidade do reencontro. Matarás a saudade da cantiga de ninar e adormecerás novamente nos braços daquela a quem Deus presenteou com uma linda bebê chamada Genaura.
    Nada mais será fantasia. Verás o quanto Deus é bondoso e fiel para conosco. Estaremos juntos novamente, com nossos amores de outrora.
    Linda poesia! Tocou-me muito!
    Amiga, apareça lá no blog, pois gostarás da postagem que lá publiquei.
    Um imenso e afetuoso beijo em seu coração.
    Maria Paraguassu.

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